7 fatos comprovam que testes em animais são inúteis

testes em animais

Animais servem de cobaias para testes de medicamentos, vacinas, cosméticos e até produtos de limpeza que podem ser feitos de diversas maneiras. Porquinhos-da-índia, camundongos, coelhos e macacos são os animais mais utilizados pelos cientistas, mas, em alguns casos, também se recorre a cães, porcos e até baratas, mas será que esses testes em animais são uteis ?

Os bichos que participam das experiências são criados em viveiros chamados biotérios e geralmente são sacrificados após o estudo. Os defensores dos direitos dos animais repudiam esses testes, afirmando que são cruéis e inúteis. Segundo Dr. Herbert Hensel, diretor do Instituto de Fisiologia da Universidade de Marburg “De acordo com as estatísticas biomédicas, não é possível transferir dados de estudos com animais para humanos. Não existe nenhuma previsibilidade científica em tais testes. É pior do que jogar cara ou coroa.”

Veja 7 fatos que revelam a ineficácia deste método cruel com os animais :

testes em animais - sofrimento
Os animais geralmente são sacrificados após o estudo.

– 92% de todas as drogas testadas em animais falham em ensaios clínicos com humanos.

– 50% dos medicamentos são retirados do mercado após 5 anos, por conta de efeitos colaterais inesperados não verificados em animais.

– 99,6% dos testes em animais falham em ensaios clínicos para o tratamento de Alzheimer.

– Cerca de 100 vacinas contra HIV funcionaram em primatas; todas falharam em humanos.

– Mais de 150 medicamentos para AVC funcionaram em animais, porém nenhum deles se mostrou eficaz em humanos.

– Após 70 anos de pesquisas contra a esclerose múltipla em animais, nenhum tratamento apropriado para a doença foi desenvolvido para humanos.

– 95% dos medicamentos contra o câncer testados com sucesso em animais falham na espécie humana.

Apesar dos dados acima, é preciso ficar claro que mesmo se tais testes fossem eficazes, pelo ponto de vista da Ética, jamais poderiam ser justificados. Os animais são seres sensíveis e vulneráveis que precisam ter o direito à vida e à liberdade respeitados, além de não funcionar bem em humanos, entre os mais divulgados da pesquisa médica ineficaz o uso de animais, era a talidomida, que foi desenvolvido na Alemanha e dada a luz verde de volta em 1950. Foi considerado uma droga segura para oferecer às mulheres grávidas para o alívio da doença de manhã e foi também disse ser um tranquilizante inofensivo.

Mães que estavam amamentando seus filhos ou tomar o medicamento antes do parto, foram mais tarde horrorizado. 10.000 crianças nasceram deformados e muitos morreram logo após o nascimento. Estas crianças deformadas cabeças, olhos deformados, mãos, membros amputados e outras deformidades.

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