Ferramentas de Inteligência e Hackear.

Ferramentas de Inteligência e Hackear.

Ao longo do dia-a-dia um analista ou um programador, ou em alguns casos aqueles que desempenham ambos os papéis se deparam com situações problema, e muitas vezes essas situações se repetem mesmo que em projetos ou circunstâncias diferentes.

E por que não criar ferramentas de inteligência? Programas de computador que sirvam para resolver estes problemas recorrentes que se baseiam em procedimentos previamente conhecidos, e que são aplicadas a inteligência de negócios??

Isto nos levará a um empasse.

Criar este tipo de ferramenta é fácil? Definitivamente não, envolve uma quantidade de teoria de programação e lidar com paradigmas que são verdadeiros problemas. E dependendo do seu nível e habilidade com programação você passará horas lidando com estes problemas.

Por outro lado, uma vez criada, uma ferramenta desta lhe poupará horas de trabalho futuro, trabalho repetitivo como citado, então, o que realmente compensa? Qual o melhor caminho para o trabalho bem sucedido?

compilando, posso brincar de jedi
Dois caras lutando com espadas enquanto o código compila, possível se você tiver ferramentas inteligentes trabalhando no seu lugar.

De fato, isso caberá a cada um decidir.

Mas a proposta do presente artigo é propor uma mudança de paradigma e associar essa visão diferenciada aos requisitos para algumas atividades temidas, ou admiradas pelas pessoas como hackear.

Você começa falando de ferramentas de inteligência para uso corporativo e vai parar em hackear?

Sim!

Hackear nada mais é do que uma compreensão maior de sistemas que lhe permite ações talvez não previstas para aqueles sistemas, e não se limita apenas a computação.

Por exemplo, qualquer lammer sabe o que é um trojan de conexão reversa ou um keylogger.
Se você já trabalhou com sistemas de emissão de cupom fiscal, com cartões de crédito e teve que se deparar com um processo de pré-homologação, sabe que uma pasta nos computadores que hospedarem o sistema guardarão um arquivo Intpos.001 que durante uma operação de venda com cartões de crédito armazena dados como o número do cartão, então, se você tiver um keylogger rodando em um computador desse ou instalar um aplicativo que apenas copia arquivos Intpos.001, em pouco tempo você poderá ter uma coleção de números de cartões de crédito.

Mas espere, esse é o tipo de conhecimento que se deva divulgar? Conhecimento é livre, não é uma propriedade, o que você faz com ele poderá constituir propriedade intelectual aí sim há de se privar o acesso. Muitas pessoas acreditam ter uma perspectiva segura, a verdade é que nada é seguro em ambientes que sejam baseados em informações, idéias, pensamentos e que interajam com pessoas.

Então vejam, o que realmente interessa não são os conhecimentos, mas o que você fará com eles.

Um mesmo banco de dados com versões diferentes, onde algo já mudou na estrutura de um deles e você deve alterar a menos atual e mesclar os dados em uma única versão, ou você precisa criar um programa com base em um banco de dados, ou ainda você tem que criar um programa. São situações que podem ser automatizadas, por que não tentar um dia?

Caso alguém esteja trabalhando nisso ou disposto a tentar, compartilhe, comente, e lembre-se que sempre poderá ir a fóruns ou perguntar a pessoas mais experientes.

O segredo é a percepção, a maneira de pensar, os paradigmas.

Written by David Ohio

Tem 10 anos de experiência no mercado de tecnologia da informação, prestando serviços para empresas nacionais e multinacionais.
Atualmente é CIO na Ohiotech, empresa especializada em desenvolvimento de soluções em tecnologia da informação.

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