Pai desabafa por filho autista nunca ser convidado para festas e comove a internet

autista

O pai de Reilly, um lindo garoto de 6 anos que tem autismo, fez um doloroso desabafo sobre o fato de nenhum amigo nunca chamar seu filho para uma festa. O post ganhou apoio de muitos pais de vivem situação parecida.

No post ele escreveu “Ele tem seis anos e meus chamados amigos que têm filhos fazem festas de aniversário e não o convidam ! Meu filho Reilly tem autismo, e não lepra.”

Leia mais em nosso site : A importância de conhecer o autismo para evitar preconceitos

O post teve mais de 5 mil curtidas e vários pais desabafaram também. A National Autistic Society (Instituição britânica para pessoas com transtornos do espectro autista, incluindo autismo e síndrome de Asperger ), comentou que a falta de convites para Reilly é “dolorosa” e que é um mito que as pessoas autistas querem estar sozinhas.

Jane Harris, diretora de assuntos externos da National Autistic Society, completou “Há mais de 700.000 pessoas autistas no Reino Unido, sendo 140.000 menores de 18 anos. A maioria das pessoas autistas – como todos os outros – querem fazer amigos.”


Autismo no Brasil

No Brasil existem aproximadamente dois milhões de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), mas ainda o autismo é pouco falado no Brasil, por isso o diagnostico é tardio e muitos não recebem o tratamento adequado.

O autismo é um transtorno extremamente complexo que se manifesta nos três primeiros anos de vida acompanhando o individuo até a morte, as causas do Transtorno do Espectro Autista são desconhecidas.

O tratamento para o Transtorno do Espectro Autista envolve profissionais multidisciplinares, por meio de intervenções psicoeducacionais, orientação familiar, desenvolvimento da linguagem e comunicação. Cada paciente é avaliado e tem um programa específico a ser seguido.

Assim como disse o pai de Reilly, o autista não é um bicho, e as pessoas autistas e suas famílias necessitam do apoio da sociedade. Um diagnóstico não define o futuro de um autista, mas o meio onde ela vive e aprende, sim.

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